domingo, 9 de fevereiro de 2014

Segurança Rodoviária em Perigo - Pardilhó



Existe uma grande diferença entre aqueles que fazem e os que ficam de braços cruzados. E a diferença é essa mesma, uns reagem e tentam melhorar a sua terra, enquanto os outros se limitam a aceitar os problemas com tranquilidade.
Pois bem, foi o meu sentimento cívico e trabalho em prol da comunidade sem qualquer interesse monetário, que me levou uma vez mais a alertar para os problemas que a Freguesia de Pardilhó persiste em manter.

A 7 de Fevereiro de 2014, enviei via e-mail, uma alerta para os Senhores Presidentes da Câmara Municipal de Estarreja e Junta de Freguesia de Pardilhó, sobre uma situação que persiste há já vários meses. Agora que passam 6 meses sobre os actuais mandatos dos nossos autarcas locais, Pardilhó ainda não viu qualquer melhoria. A faixa de rodagem (EN 224-2) na Freguesia de Pardilhó carece de obras urgentes. Refiro-me ao Largo da Feliz, à Rua Padre António Joaquim Vigário de Matos e à Rua dos Moinhos do Carvalhal, que na sua total extensão, necessitam de colocação de novo asfalto devido à grande quantidade de buracos de significativa dimensão e profundidade. Relembro que, são inúmeros os veículos motorizados e não motorizados que diariamente circulam nestas vias, e estes "acidentes" na via pública, devido ao Inverno severo que se faz sentir nesta altura do ano, escondem por completo estes perigos que com certeza já causaram e continuarão a causar danos avultados aos referidos veículos.

Falamos de uma Vila que merecia acompanhar o progresso e a modernização, que não merecia cortes de iluminação pública total em várias ruas da Freguesias, que não merecia que os habitantes andassem às escuras quando se deslocam para o trabalho, e não merecia que os seus cidadãos e aqueles que diariamente têm que passar no Pardilhó, tivessem que se “habilitar” a furar um pneu ou até mesmo a ter sérios danos no seu veículo pois os responsáveis não querem saber de reparar o asfalto da via pública, e pelos vistos não querem saber das necessidades dos seus “cidadãos eleitores”.


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